terça-feira, 8 de junho de 2010

Blog lindo!

Oi. Estou viva. E solteira. Haha.
Mas agora tenho um blog de coisas lindas.
Vão lá ver, vão? =)
http://blogolhaquelindo.blogspot.com

E aos guerreiros que ainda veem aqui de vez em quando, eu não tenho novidades... =(
Continuo membra atuante da quadrilha do Drummond.
Mas ainda tenho esperanças de encontrar J. Pinto Fernandes.
Rá! Ninguém pode dizer que eu não tenho bom humor!
beijometuíta

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Toda trabalhada no arame com pedrinhas

Manja anel de santo Antônio? Então.
Sábado agora, teve chá de cozinha da minha amiga de infância, de quem eu serei madrinha de casamento! O chá foi lindo de tudo. Eu e a irmã dela fizemos tudo com nossas próprias mãozinhas. E, ha!, nem sou canhota dos dois braços e mandei superbem, viu?
Bom, sei que mami fez cupcakes lindos e com brincadeira pras solteiras da festinha. Um dos bolinhos tinha um anel escondido _todo confeccionado pela própria mami_, amarradinho numa fita, e a moça linda que pegasse o anel seria a próxima a se casar.
Sei que fiz o maior deboche, porque né galera, nem namorado. Oi? Casamento?
Mas, aí, escolhi o bolinho. E quando fui puxar o raio da fitinha, ela não saía o_O
Porque TINHA UM ANEL PRESO NA FITA DO MEU BOLINHO! do.meu.bolinho.
Mami e irmã disseram que eu fiz uma cara de louca retardada surpresa digna de fotos. Eu imagino.
Bom, aparentemente, santo Antônio tá superafim de me ver casada. Que tal agora ele mandar o noivo, hein?

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pfff

Ainda estou decidindo se o que miou minha ficada com o único pretendente que eu quis genuinamente beijar nos últimos dois anos e meio tirando vocês-sabem-quem foram influências externas, incompetência alheia, incompetência própria, quebranto, maldição do infeliz do Murphy ou qualquer outra coisa desse naipe... As possibilidades são infinitas.
Mas fato é que, surprise, surprise, miou. Como diz minha prima É IMPRESSIONANTE como esse meu tipo de história dá errado. Eu digo que é incrível a minha incapacidade pra querer uma coisa que preste. Sabe, mesmo com meus surtos de frio na barriga, eu nunca achei que estava de fato apaixonada. Foi só aquela sensação que eu já tinha até me esquecido de ficar afim de alguém. Era legal, eu tava me divertindo. Pois é. Já era.
E eu contaria tudinho aqui tintim por tintim não fosse a preguiça INFINITA que eu tenho da história. Sabe quando uma coisa que era pra ser simples e gostosa vira um problema chatonildo de resolver? Então.
A boa notícia dessa porcaria é que ninguém do lado de cá teve recaída por certo Estrupício. Acho que, no fim das contas, serviu pra alguma coisa boa mesmo. Não, isso não diminui minha preguiça. Haja, viu? Haja.

domingo, 21 de março de 2010

o_O

Eu só digo que tá foda.
Bom domingo pra todo mundo aí.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Típico

A pessoa consegue fazer drama até do que é pra ser legal, né, minha gente? Porque essa história aí virou um buraco permanente no meu estômago, e tenho pra mim que não some nem com três litros de maracujina na veia.
Odeio esperar.
Paciência não é meu forte.

quinta-feira, 18 de março de 2010

26 going on 16

Eu achei que quando isso acontecesse, se isso acontecesse, não existiria mais nem blog pra eu escrever. Mas foi muito mais rápido do que eu podia imaginar, o que na verdade é uma coisa legal.
Então, é o seguinte: eu tenho uma boa e uma má notícia.
A boa é que, contra todos os meus prognósticos, eu estou, pela falta de uma expressão melhor, apaixonada. Não, eu também não acredito. E, não, não é aquele maldito daquele infeliz de traste inútil. Juro.
A má é que eu estou apaixonada, mas ainda não fiquei com o sujeito. Na verdade, eu mal conversei com o sujeito, o que, na realidade, deve descaracterizar a minha paixão. Mas de que jeito, além desse, eu explico o fato de estar sentindo frio na barriga há dias sem parar? Ou que eu e ele estamos cheios daquele climinha colegial de pequenos flertes e cada pequeno flerte vira um evento pra mim, com direito a coração disparado e tudo? Ou que eu me sinto envergonhada e não consigo nem tomar a decisão de ir falar, sei lá, um oi? Ou que ele não me sai da cabeça um único segundo durante os dias e até as noites? O que é isso, senão uma paixonite aguda?
Estou agindo como uma mocinha histérica, tonta e inexperiente. E não consigo parar. E estou GOSTANDO. Jesus, voltei aos 16 anos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sem véu e com grinalda

Eu quero me casar.
Eu quero me casar e ter pelo menos um filho. E, sabe, eu não quero que demore muito, não. Porque, amores, se eu sinto que não tenho lá muita vocação pra ser mãe, não devo ter definitivamente tino pra ser avó do meu próprio filho. E a minha paciência diminui a cada dia. E talvez isso meio que reduza as minhas chances reais de me casar e ter filho, mas eu não consigo controlar muito a minha rabugice. Cada vez mais itens entram na minha lista de saco cheio eterno. E isso não me deixa muito feliz, que fique claro.
Na verdade, o maior problema é que eu acho que estou quase ME colocando nessa lista infeliz. Porque, sabe, eu reclamo, reclamo, reclamo e reclamo mais um pouquinho, mas fico esperando alguma coisa mágica acontecer e mudar tudo. E isso me parece tão... religioso. Argh. Tipo eu, que sempre critico essas coisas, porque, apesar de acreditar que coisas esquisitas de fato aconteçam e que a gente desconhece a força do nosso cérebro e coisas assim, eu sei que as religiões foram criadas pelo homem. Sendo assim, eu sei que NÃO DÁ pra ficar esperando "alguma coisa" acontecer. Porque, até onde eu sei, é a gente que faz as "algumas coisas". E, mesmo sabendo disso, eu fico lá toda estagnada. Tipo ridícula.
Pelo menos, não paguei mais de vítima porque nos últimos tempos e posso dizer que estou sozinha porque quero. Distribuí uma porção de foras. Tive NOJO de ficar com as pessoas (mas já passou, ufa!). E fiquei DE FATO feliz por DISPENSAR os pretendentes. E eles nem eram horríveis. Mas não dava "faísca". Pros infernos com a minha faísca, antes que eu esqueça. Então, talvez eu mereça.
Mas eu queria tanto me casar. E ficar quieta. E poder fazer jantarzinhos gostosinhos e me dedicar aos meus artesanatos sem ter comichão de sair porque eu estou sozinha e preciso ver gente... Que cansativo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Então, aí que ontem saí do trabalho e peguei aquele metrô básico. Só que, já chegando perto da minha parada final, começou o MAIOR TEMPORAL. Juro. E o meu pai ia me pegar na estação. E eu não conseguia falar com ele. E fui me aventurar nas águas. Resultado que até que eu consegui descobrir onde ele tava já tinha dado aquela passeada pela enxurrada (sério, gente, cones eram levados pelas águas em corredeira o_O). E, pra chegar até o carro, tive que andar com água pelos joelhos. Leptospirose quem curte.

Ah! Posso só socializar a teoria do pratinho (coisa genial da colega @lulimonteleone)? Então, é tipo uma versão atualizada do disk-pizza, na verdade. Segundo à minha introdutora no assunto, você precisa ter muitos daqueles pratinhos (sendo os pratinhos os homens, claro) de circo, que ficam rodando nos palitos. Aí, quando vê que um vai cair, vai lá e dá aquela rodadinha, só pra manter a coisa funcionando. Hohoho. Talvez seja o caso de ressucitar uns ex-pratinhos meus.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Grande novidade

Não diz respeito a pretendentes. Continuo encalhada no banco de areia. PORÉÉÉÉEÉM, mudei de trabalho. Agora, além de ter horário decente e fins de semana, eu fui abençoada com a graça de não precisar mais olhar para a cara de certo traste. =]

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Sono e preguiça

Tava aqui ouvindo "MMMBop" e me lembrando de como a minha vida de adolescente fã de bandinha jovem era besta e fácil. Tão fácil.
Agora, eu luto contra sentimentos, luto pra criar sentimentos. Nada parece fluir. E tudo parece virar um dramalhão. Aos 13, era só falar "sim' num dia, "não" no outro. Sem maiores explicações, sem grandes dores de cabeça. Agora, é tudo complicado. Tudo implica outras coisas. Tudo vem carregado de preocupação. Nunca é só diversão, porque não dá pra pensar só em diversão aos 26 anos AND COUNTING.
Cansei de lutar contra o meu cérebro. Ele não gosta do que é pra gostar. Acha defeito onde não tem. Mas teima, e como teima, em se lembrar de coisas que simplesmente deveriam ser deletadas. E, de certas coisas, a gente devia guardar só a moral da história.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ui, que vergonha. Sumi.
Deixa ver as novidades. Sim, tenho um pretendente. Bom partido, aliás. Não-traste.
Tava merecendo, diz aí. Vejamos onde vamos. E eu tenho voltar com novidades antes isso aqui fique no tédio outra vez.
Além disso, estou fazendo contagem regressiva para a estreia de "Lua Nova" e nem tenho mais vergonha disso. TEAM JACOB!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Estou me especializando em sonhos bizarros.
Na outra noite, sonhei que precisava muito fazer uma simpatia que a Wanessa Camargo tinha me ensinado (!). E a simpatia muito normal consistia em enterrar quatro ervilhas verdes (que pareciam umas azeitonas redondas) com uns papéizinhos escritos. Aí, eu enterrei. Mas tive que desenterrar por que tinha escondido as malditas bem onde a cachorra da Wanessa tinha sido enterrada (!!).
Depois, encontrei minha mãe e minha irmã na capela (!!!), porque o lugar era um esquema fazenda, e elas estavam tirando as ervilhas do altar, porque segundo a simpatia, que eu obviamente tinha feito errado, as ervilhas tinham que ser deixadas descansando de um dia para o outro na quina de uma mesa de igreja, claro. Quando elas andavam pela estradinha de terra, cumprimentando o Zezé e o Leonardo, eu ia atrás chorando porque tinha cagado na simpatia importantíssima das ervilhas, que, segundo eu consigo me lembrar, tinha alguma coisa a ver com conseguir um namorado.
Não, minha cabeça não deve estar nos melhores dias.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Coluna

A coisa mais divertida do dia ontem foi que eu ganhei uma coluna pra escrever no jornal. Uma coluna. Assinada por mim. COM A MINHA FOTO IMPRESSA DO LADO! Juro.
Claro que foi um tapa-buraco e não é pra sempre. Mas, né, muito legal. Fiquei apavorada no começo, mas aí achei divertido.

Deslizes

Uma das coisas que eu mais fazia na companhia do traste era beber cerveja e cantar no karaokê. Na época em que eu achava que ele me amava e não sabia disso, eu sempre cismava em cantar "Deslizes", da Fagner, com um amigo. Porque, tipo, a letra ERA a história da minha vida.

Não sei porquê
Insisto tanto em te querer
Se você sempre faz de mim
O que bem quer


Negócio é que, ontem, lá tava eu voltando pra casa no carro da firma à 0h como sempre. E a radiola brega começou a tocar justamente essa música.

Já fiz de tudo
Prá tentar te esquecer
Falta coragem pra dizer
Que nunca mais


Mas, aí, eu NÃO CHOREI. Eu não tive dor de estômago. Eu não fiquei triste. Na verdade, eu sorri. Eu sorri lembrando do que tinha acontecido. De todas as palhaçadas que eu fiz comigo mesma e que, agora, a única coisa que dá pra fazer é olhar pra trás e dar risada. Não tenho como mudar absolutamente nada. Nada.

E em outros braços
Tu resolves tuas crises
Em outras bocas
Não consigo te esquecer

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ontem eu entrei no carro da firma pra voltar pra casa e não sei que raio de aquecedor que tinha o táxi, mas o fato é que o cheiro era IGUALZINHO ao da van que me levava todos os dias pra trabalhar no McDonald's do Aeroporto Internacional de Pittsburgh, na época em que eu morei nos EUA.
Quase pude sentir o gosto de donut glaçado e de chá preto que amarrava a boca que eu pegava escondido na cozinha do hotel (sim, eu morava num hotel. Não, não era glamouroso) antes de sair debaixo de neve às CINCO HORAS DA MANHÃ. Que vida feliz.
Como se não bastasse acordar às 4h40, eu tinha que usar o uniforme mais horroroso da história de todos os uniformes. Tipo, primeiro que uniforme só serve pra não gastar roupa. O verbo uniformizar já dá nervoso. Deixar todo mundo igual. Mas, enfim, o meu consistia em uma calça baggy preta horrenda, uma camisa polo azul-marinho horrenda e um boné horrendo. E eu tinha que parecer simpática falando "how can I help you?" e "have a nice day" com o MAIOR sorriso no rosto pra aquela gente gorda e desdentada.
Aí, ninguém acredita quando eu conto que, de cabelo curto por causa da gordureira da lanchonete, mal-vestida no último grau e mal-humorada, um piloto de avião mexicano desses de novela me mandou um buquê de rosas colombianas no Valentine's Day. Juro.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Bizarro

Sabe quando você quer acordar e não consegue? Então, ontem, eu queria acordar e não conseguia. "Abri" os olhos e tinha uns colchões em cima de mim. Aí, eu me arrastei pela casa, tipo cobra, mas atravessando paredes, e comecei a descer o prédio passando pelas lajes. Eis que eu parei em uma cena da minha suposta vida futura. Um apartamento grande, um marido, um filho loiro e uma árvore de Natal, com a minha mãe bem uns dez anos mais velha sentada embaixo segurando uma caixa vermelha.
Corta pros colchões e eu tentando acordar outra vez. Aí, eu comecei a girar, tipo roda gigante, atravessando a cama e etc até acordar de vez com certa falta de ar e muita tontura. Afe.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Seguinte

Eu nunca mais vou deixar de fazer nada que eu queira na minha vida por causa da presença indesejável daquele traste. Ele não é mais problema meu, eu não quero mais que ele seja problema meu. Na verdade, eu estou afim de arranjar outros problemas, muito obrigada.
O sofrimento é meu, eu faço com ele o que eu quiser. Fui eu que criei essa palhaçada toda, foi a minha cabeça. Então, tá na hora de ela descriar tudo. E tenho dito.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Doeu

Diálogo fofo entre eu e mamãe, a caminho do cabeleireiro _faltou luz em casa, e eu precisava ficar com as madeixas limpas.

_ Vou tentar te explicar, mãe. É que eu achei que o sentimento era tão imenso que não tinha como eu não ser correspondida, entende.
_ É. Mas você não foi correspondida. Ponto.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sem muito humor pra ser engraçadinha. Me caíram umas 20 fichas de ontem para hoje. Porém, eu estou começando a conseguir decifrar os meus sentimentos, o que me dá um certo alívio.
Percebi que eu sofro é por não ter parado antes e evitado mais sofrimento. Um dos meus erros foi ter acreditado que o meu sentimento era tão grande que não poderia não ser correspondido. Mas não importa, simplesmente não importa, se você é o melhor partido da face da Terra. Se a pessoa não encasqueta com você, não vai rolar. O que devia ser proibido, mas, enfim. É a vida.
E vamos que vamos, com essa fome infinita que Deus me deu. Difícil manter as laterais sem banhas quando você tem desejos calóricos a cada cinco segundos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Lição

Não dá para querer ser fofa com quem te fez sofrer que a pessoa dá um jeito de fazer você sentir ódio de novo.